Boas-Vindas

Olá prezado visitante, é um prazer receber a sua visita. Espero que as mensagens do blog sirvam para a sua edificação e crescimento espiritual. Sua opinião é muito importante. Deus lhe abençõe!

Quem sou eu

Paracatu, MG, Brazil
Sou casado e tenho dois filhos. Cursei teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (SPN) em Recife - PE (1997) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), São Paulo - SP (2006)

24 de abr. de 2010

O Pecado
(John Bunyan - Revista Fé para Hoje - Editora Fiel)

O pecado é um grande empecilho e obstáculo à nossa felicidade; é a causa de todas as misérias do homem, tanto no presente quanto no porvir. Removamos o pecado de nossa existência e nada nos afligirá, visto que a morte temporal, espiritual e eterna é o salário do pecado.
O pecado, e não o homem, é o objeto da ira de Deus. Quão terrível, portanto, deve ser a situação daquele que permanece no pecado, pois quem pode suportar e lutar contra a ira de Deus?
Nenhum pecado contra Deus pode ser considerado pequeno, visto que todo pecado é cometido contra o grande Deus do céu e da terra. Mas, se o pecador puder encontrar um Deus pequeno, será fácil encontrar pecados pequenos.
O pecado transforma a graça de Deus em libertinagem. O pecado é o desafio à justiça de Deus; é o rapto da sua misericórdia; é o escárnio da sua paciência; é o menosprezo do seu poder; é o desdém do seu amor.
Acautele-se de não se entregar à libertinagem de cometer um pecado, pois este o levará a outro, até que, por costume, o pecado se torne natural.
Começar a pecar é o primeiro passo em direção a continuar pecando; e a continuação é a mãe do costume, que, por fim, resultará em impudência.
A morte de Cristo nos proporcionou a melhor descoberta acerca de nós mesmos. Estávamos em tal condição que nada nos poderia ajudar, exceto a morte de Cristo e a descoberta evidente da terrível natureza de nossos pecados. Se o pecado é algo tão horrível, que traspassou o coração do Filho de Deus, como poderia um miserável pecador dar apoio ao pecado?
“Todo o que comete pecado é escravo do pecado”, mas “se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jesus) – [evangelho de João 8.34,36].

19 de abr. de 2010

A ESPERANÇA ESTÁ EM JESUS

O salmista diz que “uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (Sl 20.7). O autor de um hino sacro diz: Grande foi o teu amor, que na cruz assim mostraste! Para meus grilhões partires, tua vida não poupaste! Tanto um quanto o outro expressa a sua confiança no Altíssimo! A Escritura desafia o servo de Deus a olhar firmemente para Jesus, como o “Autor e Consumador da fé” (Hb 12.2), confiando toda a sua existência e depositando a toda a sua esperança nas mãos daquele que é o fiel guarda dos homens! Mas afinal porque somos desafiados a colocar toda a confiança e esperança em Jesus?
A primeira razão é porque foi com o sangue de Jesus que Deus escreveu o nome dos remidos no livro da vida (Êx 32.32; Fp 4.3; Ap 3.5 e 20.12). Jesus garante que “todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6.37). Todo o que vai a Cristo e o recebe como seu Senhor e Salvador pessoal tem o nome escrito no livro da vida, recebendo assim a salvação. Jesus pagou o preço requerido por Deus para resgatar o seu povo de todos os seus pecados e dar-lhe a vida eterna.
A segunda razão que os remidos em Cristo têm para colocar nele toda a sua confiança e esperança é devido ao fato de que foi por meio de Jesus que Deus os fez herdeiros de toda sorte de bênção espiritual. Todo aquele que recebe a Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal se torna herdeiro das dádivas de Deus em Cristo. Dentre as muitas dádivas de Deus aos remidos, destacam-se o privilégio da justificação pela fé, o gozo do livre acesso à presença do Pai, a garantia de estar selado com o Santo Espírito da promessa, dentre outras.
Em terceiro lugar, é por meio de Jesus que Deus adota os remidos, passando eles a usufruírem a condição de filhos amados. Lemos na Escritura que “em amor (Deus) nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo...” (Ef 1.4-5), o que significa dizer que em Jesus o remido é UM FILHO AMADO DE DEUS.
Portanto, todo aquele que deposita a sua confiança e esperança em Jesus recebe um nome especial na família celestial, torna-se herdeiro de toda sorte de bênção celestial e adquire o privilégio do livre acesso à presença de Deus Pai por toda a eternidade, na condição de filho amado. Por tudo isso, é sábio e prudente depositar nele toda a confiança e esperança. Afinal, Jesus é suficiente e poderoso para livrar, guardar e proteger a vida de todo aquele que nele confia. Aleluia! Soli Deo Gloria!

11 de abr. de 2010

COMO ENFRENTAR OS DIAS MAUS

Certa feita Jesus disse aos seus discípulos que no mundo eles passariam por aflições, mas que deveriam ter bom ânimo, pois ele havia vencido o mundo (Jo 16.33).
As aflições às quais os cristãos estão sujeitos vêm de várias fontes e de diversas formas. Em certas circunstâncias essas aflições têm como fonte as enfermidades e outras tragédias, podem vir também como conseqüências das perseguições por causa da fé, ou ainda como fruto direto das investidas de satanás, o arquiinimigo do povo de Deus, e assim por diante. A existência de dias maus é uma realidade inevitável na jornada de fé do povo de Deus. Se não nos alcançam hoje, certamente virão amanhã.
Entretanto, sendo os dias maus uma realidade inevitável, qual deve ser então a atitude a ser adotada pelo cristão para quando esses dias chegarem? A palavra de Deus conclama ao povo eleito a se preparar para esses dias maus. Mas como fazer isso?
Primeiramente, é preciso revestir-se com toda a armadura de Deus (Ef 6.11), a qual é composta por instrumentos tanto de defesa quanto de ataque (Ef 6.14-17). O apóstolo Paulo compara a armadura de Deus à armadura de um soldado romano especialmente preparado para a batalha. A armadura de Deus é, portanto, necessária à batalha espiritual do cristão.
Em segundo lugar, para enfrentar os dias maus é preciso familiarizar-se com a armadura de Deus exercitando-se com ela, ou seja, preparando-se para utilizar as armas adequadas no momento oportuno. Essa preparação tem como objetivo fazer-nos resistir ao dia mau, vencer a batalha e depois de tudo permanecer inabaláveis (Ef 6.13).
Em terceiro lugar, o cristão é conclamado a discernir com clareza quem é o inimigo a ser enfrentado, ou seja, aquele contra quem irá guerrear (Ef 6.12). A luta cristã é, portanto, essencialmente espiritual, é contra os principados e potestades, é contra o reino parasita de satanás e suas forças malignas e escravizadoras. Embora a batalha cristã dê-se muitas vezes num ambiente humano, sua origem nem sempre é humana.
Finalmente, como bom soldado do Reino celestial (2 Tm 2.3-4) o cristão é conclamado a obedecer e seguir rigorosamente ao comando do Grande General, cumprindo assim o seu objetivo que é “satisfazer àquele que o arregimentou”. Os dias maus são inevitáveis, é verdade, mas Deus sempre nos dá os meios para enfrentá-los.

2 de abr. de 2010

Ele Vive

Ele Vive!
A páscoa cristã é um evento cheio de significado e carregado de emoções. Nela vemos o cumprimento das profecias e das promessas divinas, referentes à vinda do salvador e libertador do seu povo – Jesus Cristo, o Messias. Os evangelhos registram uma série de reações e sentimentos que afloraram na vida dos envolvidos com a prisão, condenação, morte e, especialmente, com relação à ressurreição de Jesus.
Surpresa. Em Lc 24.1-2, lemos que no raiar do domingo as mulheres foram ao túmulo e ao chegar ali encontraram “a pedra removida do sepulcro”. Mas, como e por quem ela fora revolvida? As autoridades judaicas e os romanos haviam tomado uma série de precauções na tentativa de evitar a ressurreição: lacraram o sepulcro (Mt 27.66); puseram sentinelas para guardarem o sepulcro (Mt 27.64-66). Mesmo assim ela fora revolvida!
Tristeza e decepção profundas. “Mulher por que choras”? Perguntou o anjo a Maria (Jo 20.13). A ida ao túmulo do mestre tinha como objetivo perfumar o sepulcro (Lc 24.1), mas, não encontraram o corpo que ali fora depositado. Por isso Maria chorava desolada, junto à entrada do túmulo. A profunda tristeza lhe impedia de ver a realidade e de reconhecer ao Senhor ressuscitado (Jo 20.13-15).
Medo e perplexidade. “Saindo elas (Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé), fugiram do sepulcro, porque estavam possuídas de temor e de assombro; e de medo nada disseram a ninguém." (Mc 16:8).
Indiferença (Lc 24.24) e incredulidade (Tomé – Jo 20.24-25) também foram reações e sentimentos presentes na vida daqueles que tomaram conhecimento da ressurreição de Jesus.
Entretanto, todas essas reações e sentimentos quando confrontados com as incontestáveis provas que lhes foram disponibilizadas pelo próprio Cristo ressurreto, produziu nos discípulos grandes transformações. A tristeza e a decepção cederam lugar a um grande e intenso regozijo; o medo e a perplexidade de outrora foram suprimidos por uma coragem tal que desafiava as ameaças que recebiam contra a própria vida; a indiferença e a incredulidade de outrora, foram suplantadas por um testemunho vivo e eficaz acerca do Cristo ressurreto.
Por tudo isso, vale ressaltar que a ressurreição de Cristo, dentre os mortos, é o grande alicerce da fé cristã. Pois, “se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Co 15.19).

1 de abr. de 2010

Princípios para uma vida abençoada

Reflexão nos Salmos 1.1-3
Todo homem deseja ter uma vida abençoada. “A felicidade pode não estar do outro lado da margem, mas na travessia, enquanto estamos indo para lá” (Guimarães Rosa). "A vida, quanto mais simples, mais bela. Se não estivermos vendo uma folha seca sendo arrastada pelo vento na calçada, é porque não estamos vivendo, e não sabemos o que é felicidade". (Cora Coralina) Transição: Há algum princípio, algum caminho a ser seguido para se alcançar a felicidade? Veja que princípios o salmista nos dá para uma vida feliz e abençoada! TEMA: Princípios para uma vida abençoada 1. Não dê ouvidos aos conselhos dos ímpios A Escritura a firma que as palavras do Senhor são mais doces do que o mel e o destilar dos favos – Salmos 19.10. As palavras dos ímpios, quase sempre são recheadas de doçura, suavidade... Ele é sempre calmo, sorridente, começa falando “Tudo bem” e termina falando “Tudo bem”. Todavia, seus conselhos são torpes, não edificam, levam à destruição... Agora, queridos, quando você não dá ouvidos aos conselhos dos ímpios – isso é bênção!o Têm coisas que é melhor não ouvir, outras nem podemos ouvir. ORAÇÃO: “Senhor, quando as pessoas que querem arruinar a minha vida se aproximarem de mim, me ajude a não ouvi-las.” – Isso é bênção! 2. Não siga pelo caminho dos ímpios A Escritura afirma que “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” – Pv 14.12. Que caminhos são esses? Permitam-me, mostrar-lhes, rapidamente alguns deles: a) O Caminho do Secularismo – Satanás opera “como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pe 5.8), diz também que ele se disfarça “como anjo de luz” (2 Co 11.14). Características de uma cultura dominada pelo secularismo: Demonstra uma paixão pela gratificação instantânea – a satisfação imediata; Dualista – dicotomia rigorosa entre os âmbitos do que é sagrado e do que é secular, entre o natural e o sobrenatural, entre o imediato e eterno. b) O Caminho do Materialismo – quais são os sintomas de uma sociedade materialista? Tudo é medido por padrões econômicos – IPC, IPCA, inflação, taxa de juros, etc. essa, é a linguagem dominante; A ética é moldada pelos objetivos econômicos e não por padrões absolutos; Insatisfação generalizada com a situação de vida; A Palavra ganância deixa de ter um espírito pecaminoso e é substituída pela expressão “com fins lucrativos”; É uma sociedade dominada pelo consumismo – marca, grife! c) O Caminho do Relativismo – Satanás se utiliza também da erosão do relativismo. Vivemos num tempo em que a mídia de um modo geral, anuncia os valores do relativismo com toda a força dos seus pulmões. Muitos há que perderam o respeito pela disciplina na casa de Deus; Muitos crentes não crêem mais que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus; Muitos se portam na casa de Deus como se estivessem num clube social qualquer (palavreado, vestimenta, irreverência, etc.). d) O Caminho do Pragmatismo – “Sistema ou movimento filosófico que enfatiza conseqüências e valores práticos como parâmetros para análise e determinação da validade de conceitos” – em outras palavras, aquilo que dá certo. O pragmatismo é primo da praticidade. Os caminhos dos ímpios são caminhos de morte – cuidado povo de Deus! Não seguir pelo caminho dos ímpios é bênção para sua vida! ORAÇÃO: “Senhor, esse caminho é da perdição ou não?” Peça discernimento. 3. Não negocie princípios espirituais com iníquos. A vida em sociedade implica em convivência com pessoas pias e ímpias, cristãs e não-cristãs, etc. – em João 17.15, Jesus diz: “não peço que os tires do mundo”. Viver no mundo não significa associar-se como mundo – assumir a forma do mundo (Rm 12.1-3). Nem todo ambiente é propício a um servo de Deus. Há convite que podem ser aceitos e há convites que precisam rejeitados, para bem da fé! Há ambientes que cheiram a morte... detonam a vida, a família, são lugares em que Deus não se faz presente. Ás vezes bate no peito do povo de Deus uma saudade maligna dos alhos e mel silvestre do Egito – Desejo dos israelitas a caminho da terra de Canaã. É imprescindível que apaguemos o Egito da memória! 4. Se alegre com as coisas de Deus Que é que te dá mais prazer neste mundo? O justo tem prazer nas coisas de Deus, alegra-se em Deus – tem os sentidos voltados para Deus. Em Mt 6.22 lemos que “São os olhos a lâmpada do corpo”. Em Cl 3.2 somos orientados a pensamos nas “cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra”, ainda no evangelho (Mt 6.21) lemos que “onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. O Salmo 1.2 diz que: “O seu prazer está em Deus”. Queridos este verso nos remete à questão da satisfação. Buscar satisfação não é em si mesmo algo errado. A questão com a qual temos lidar, portanto, não é com a satisfação, mas com a fonte que satisfará as nossas necessidades/desejos. Satisfazer necessidades e desejos lícitos é perfeitamente lícito, mas como os satisfazemos pode não ser. Necessidades espirituais só podem ser satisfeitas em Deus. A satisfação da alma está em Deus 5. Seja bênção na vida do povo de Deus Veja como o salmista refere-se ao povo de Deus, povo abençoador: Ele está plantando junto à fonte É como uma árvore que frutifica no devido tempo É como uma árvore cuja folhagem não murcha – é sombra para o cansado. É bem sucedido em tudo quanto empreende – suas ações são precedidas da orientação de Deus. Sua vida já está plantada junto à fonte, que é Jesus? Conclusão: Todos querem ter uma vida abençoada... Mas agora mesmo, você pode estar atravessando o deserto! Mas não descreia da palavra de Deus quando que “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Plantados na Casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus...”. (Sl 92.12-14). Se a sua vida está plantada junto à corrente das águas, vai florescer, vai frutificar! Você crê nisso?