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Quem sou eu

Paracatu, MG, Brazil
Sou casado e tenho dois filhos. Cursei teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (SPN) em Recife - PE (1997) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), São Paulo - SP (2006)

2 de abr de 2010

Ele Vive

Ele Vive!
A páscoa cristã é um evento cheio de significado e carregado de emoções. Nela vemos o cumprimento das profecias e das promessas divinas, referentes à vinda do salvador e libertador do seu povo – Jesus Cristo, o Messias. Os evangelhos registram uma série de reações e sentimentos que afloraram na vida dos envolvidos com a prisão, condenação, morte e, especialmente, com relação à ressurreição de Jesus.
Surpresa. Em Lc 24.1-2, lemos que no raiar do domingo as mulheres foram ao túmulo e ao chegar ali encontraram “a pedra removida do sepulcro”. Mas, como e por quem ela fora revolvida? As autoridades judaicas e os romanos haviam tomado uma série de precauções na tentativa de evitar a ressurreição: lacraram o sepulcro (Mt 27.66); puseram sentinelas para guardarem o sepulcro (Mt 27.64-66). Mesmo assim ela fora revolvida!
Tristeza e decepção profundas. “Mulher por que choras”? Perguntou o anjo a Maria (Jo 20.13). A ida ao túmulo do mestre tinha como objetivo perfumar o sepulcro (Lc 24.1), mas, não encontraram o corpo que ali fora depositado. Por isso Maria chorava desolada, junto à entrada do túmulo. A profunda tristeza lhe impedia de ver a realidade e de reconhecer ao Senhor ressuscitado (Jo 20.13-15).
Medo e perplexidade. “Saindo elas (Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé), fugiram do sepulcro, porque estavam possuídas de temor e de assombro; e de medo nada disseram a ninguém." (Mc 16:8).
Indiferença (Lc 24.24) e incredulidade (Tomé – Jo 20.24-25) também foram reações e sentimentos presentes na vida daqueles que tomaram conhecimento da ressurreição de Jesus.
Entretanto, todas essas reações e sentimentos quando confrontados com as incontestáveis provas que lhes foram disponibilizadas pelo próprio Cristo ressurreto, produziu nos discípulos grandes transformações. A tristeza e a decepção cederam lugar a um grande e intenso regozijo; o medo e a perplexidade de outrora foram suprimidos por uma coragem tal que desafiava as ameaças que recebiam contra a própria vida; a indiferença e a incredulidade de outrora, foram suplantadas por um testemunho vivo e eficaz acerca do Cristo ressurreto.
Por tudo isso, vale ressaltar que a ressurreição de Cristo, dentre os mortos, é o grande alicerce da fé cristã. Pois, “se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Co 15.19).

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