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Quem sou eu

Paracatu, MG, Brazil
Sou casado e tenho dois filhos. Cursei teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (SPN) em Recife - PE (1997) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), São Paulo - SP (2006)

11 de abr de 2010

COMO ENFRENTAR OS DIAS MAUS

Certa feita Jesus disse aos seus discípulos que no mundo eles passariam por aflições, mas que deveriam ter bom ânimo, pois ele havia vencido o mundo (Jo 16.33).
As aflições às quais os cristãos estão sujeitos vêm de várias fontes e de diversas formas. Em certas circunstâncias essas aflições têm como fonte as enfermidades e outras tragédias, podem vir também como conseqüências das perseguições por causa da fé, ou ainda como fruto direto das investidas de satanás, o arquiinimigo do povo de Deus, e assim por diante. A existência de dias maus é uma realidade inevitável na jornada de fé do povo de Deus. Se não nos alcançam hoje, certamente virão amanhã.
Entretanto, sendo os dias maus uma realidade inevitável, qual deve ser então a atitude a ser adotada pelo cristão para quando esses dias chegarem? A palavra de Deus conclama ao povo eleito a se preparar para esses dias maus. Mas como fazer isso?
Primeiramente, é preciso revestir-se com toda a armadura de Deus (Ef 6.11), a qual é composta por instrumentos tanto de defesa quanto de ataque (Ef 6.14-17). O apóstolo Paulo compara a armadura de Deus à armadura de um soldado romano especialmente preparado para a batalha. A armadura de Deus é, portanto, necessária à batalha espiritual do cristão.
Em segundo lugar, para enfrentar os dias maus é preciso familiarizar-se com a armadura de Deus exercitando-se com ela, ou seja, preparando-se para utilizar as armas adequadas no momento oportuno. Essa preparação tem como objetivo fazer-nos resistir ao dia mau, vencer a batalha e depois de tudo permanecer inabaláveis (Ef 6.13).
Em terceiro lugar, o cristão é conclamado a discernir com clareza quem é o inimigo a ser enfrentado, ou seja, aquele contra quem irá guerrear (Ef 6.12). A luta cristã é, portanto, essencialmente espiritual, é contra os principados e potestades, é contra o reino parasita de satanás e suas forças malignas e escravizadoras. Embora a batalha cristã dê-se muitas vezes num ambiente humano, sua origem nem sempre é humana.
Finalmente, como bom soldado do Reino celestial (2 Tm 2.3-4) o cristão é conclamado a obedecer e seguir rigorosamente ao comando do Grande General, cumprindo assim o seu objetivo que é “satisfazer àquele que o arregimentou”. Os dias maus são inevitáveis, é verdade, mas Deus sempre nos dá os meios para enfrentá-los.

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